Com a Vila Nova intrafegável vereadores buscam saber o que foi feito com os recursos do PAC 2

Nesta quarta, 03, o vereador Zesiel Ribeiro apresentou requerimento à mesa diretora para esclarecimentos por parte da prefeitura de Imperatriz, do que foi feito dos recursos do Chamado PAC 2 – Vila Nova. O bairro tem problemas em todas as áreas, mas principalmente na infraestrutura.

O requerimento foi subscrito pela maioria dos vereadores, com apoio principalmente de Pedro Gomes e Aurélio que já fizeram várias indicações, nenhuma atendida pela atual gestão.

Os parlamentares querem saber o valor do convênio, qual o valor aplicado até a presente data, quantas casas estão previstas para entrega a população em situação de vulnerabilidade social e qual a data de retomada da obra.

Zesiel informou que as ruas da Vila Nova hoje estão todas intrafegáveis e algumas sendo interditadas. O projeto previa 32 km de asfalto e contemplava os moradores em situação de risco e vulnerabilidade social com 480 casas. Muito divulgada, mas sem resultados, contou com apresentação de projeto ainda em 2017 e muitos vereadores acompanharam o lançamento do projeto na Escola Machado de Assis, para eles não passou de enganação. Como não há obra alguma e nem retomada dos trabalhos, querem saber se o município perdeu os recursos e qual o motivo dessa situação.

Foi incluída a justificativa baseada na legislação de transparência, mas o habito da gestão é nunca dar resposta desde 2017 e negar informações públicas. No mesmo ano argumentaram que o PAC estaria parado porque o governo do estado e a Caema não apresentavam projeto complementar, pois só faltaria isso. Entregue o projeto logo em seguida, as obras continuam paradas há três anos.

De acordo ainda com o vereador Zesiel Ribeiro a situação lamentável da Vila Nova é consequência direta da falta de execução do PAC 2. O bairro está sem condições de trafegabilidade e trânsito, quando não são crateras, são pedras que acabam com carros e até bicicletas não conseguem transitar, várias ruas foram fechadas pelos moradores, mas a maioria dos bairros da cidade estão assim.

 

 

Fonte: Sidney Rodrigues – ASSIMP | Fotografo: Fábio Barbosa

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