Em Sergipe, Polícia Civil do Maranhão localiza e prende condenado da justiça por roubo ao posto fiscal do Estreito e roubo de uma aeronave em Imperatriz  

 

Na última quinta-feira(11), a Polícia Civil do Maranhão com apoio do Grupo de Ações Táticas do Interior (GATI) do Estado de Sergipe, deu cumprimento ao mandado de prisão definitiva contra um homem considerado foragido da justiça maranhense e que foi condenado pelos crimes de roubo e associação criminosa (com pena de 9 anos) e posse ilegal de arma de fogo (com pena de 6 anos e 3 meses). O homem foi preso na cidade de Aquidabã, em Sergipe, através de uma investigação feita pelo Grupo de Pronto Emprego (GPE) da 10ª Delegacia Regional de Imperatriz.

Segundo as investigações, em 1997, o individuo juntamente com mais 5 autores, todos armados, invadiram o Posto Fiscal II, localizado na BR-010, na cidade de Estreito onde executaram um roubo. A ação criminosa teve participação direta de policial militar na época, sendo este o responsável por render outros policiais e funcionários do Posto Fiscal que estavam de serviço no dia do roubo, momento este em que já se encontravam no local o restante dos autores que subtraíram o valor de R$ 20.316,66 pertencente a determinado banco.

Ficou constatado também que o mesmo criminoso, participou em maio de 1998 do roubo de uma aeronave de uma empresa de transporte aéreo. Após decolar do aeroporto de Imperatriz com destino à cidade de Marabá, no Pará, a aeronave foi tomada por alguns integrantes da quadrilha que estavam no referido voo. Os autores renderam a tripulação e com armas em punho obrigaram o piloto a desviar o destino para pousar na cidade paraense de Rondon, quando então se apossaram de três malotes de determinado banco que estava sob proteção de uma empresa de segurança privada. Os malotes continham R$ 2.250,000 (dois milhões e duzentos e cinquenta mil reais).

Nesta quinta-feira(11), o criminoso foi preso e conduzido ao Centro de Operações Policiais Especiais (COPE) na cidade de Aracaju, onde deve ficar preso à disposição da justiça.

 

 

 

Por: ASCOM-PCMA

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